(In)Segurança Pública

19 de abril de 2011

Cada vez mais vemos casos de violência ‘gratuita’ no nosso planeta, no nosso país, no nosso estado, na nossa cidade, no nosso bairro. Muitas vezes ficamos comovidos com as atrocidades cometidas pelos seres humanos. Apesar de toda comoção provocada, agradecemos, silenciosamente, por aquelas atrocidades não terem acontecido conosco. Sim, experimentamos a felicidade de não sermos vítimas daquelas situações!

De certo modo nos descuidamos da nossa segurança, fazemos coisas que nos deixam vulneráveis a essas situações. Porém, pensamos que estamos acima do perigo, que não seremos alvos. Até que um belo dia, sem nem desconfiar, acontece algo que nos furta esta certeza, que nos faz refletir sobre os níveis crescentes de violência em nosso ambiente!

Temos visto os indicadores de violência do estado da Bahia aumentando constantemente e a inércia dos Governos com relação a este problema!

O interessante é que enquanto Rio, São Paulo, Pernambuco reduzem seus indicadores, a Bahia caminha em sentido contrário.

No domingo, caminhando pela Mega Saraiva do Iguatemi, vi uma manchete em uma revista (não lembro qual) que mencionava que os níveis de criminalidade de São Paulo havia caído e já não era mais considerado epidêmico! E em Salvador? Indubitavelmente, posso afirmar que este níveis só aumenta! (não, isto não estava na manchete!)

Neste mesmo dia, “fiz parte” desta triste estatística! Estava passando pela passarela do Iguatemi indo para rodoviária quando fui surpreendido por um meliante.

Felizmente, no final, deu tudo certo! Ainda posso afirmar que existem pessoas boas, pessoas de bem! Um transeunte recuperou minha carteira e devolveu-me com todo o seu conteúdo. De fato, a carteira continha apenas alguns documentos e cartões.

Com este pequeno relato de um evento acontecido comigo, podemos verificar quão insegura tem sido nossas cidades, nossos trajetos!

É necessário que sejam adotadas políticas públicas para reduzir estes índices antes que seja tarde demais! É necessário que atitudes sejam tomadas para evitar que mais cidadãos de bens sejam violados em seu trânsito em nossas cidades. Não podemos mais aceitar o aumento destes indicadores como algo normal, algo natural! Não, não é!

Orgulhosamente, divulgo que o Governo da Bahia iniciou a implantação de Polícia Comunitária, aos moldes das UPP’s implantadas no Rio de Janeiro! Ainda não podemos afirmar que temos avanços, pois o projeto apenas foi iniciado.

Vamos ficar na expectativa de que os próximos anos sejam melhores, que os indicadores de violência caiam gradativamente e que tenhamos uma cidade, um estado, um país mais seguro, onde possamos transitar livremente sem medo de termos nossos pertences levados pelos “DONOS”!

Anúncios

Entre Polos

14 de abril de 2011

Vivemos sempre entre polos, oscilando entre bem e mal, entre felicidade e tristeza, entre riqueza e pobreza, entre orgulho e vergonha, entre esperança e descrença, entre amor e amor (sim, é isto mesmo! O amor pode ser os dois polos, as duas faces da mesma moeda).

Esta oscilação temporária e frequente é comum e normal. Todos nós nos sentimos experimentando algum ponto entre estes polos. Todos nós variamos em algum grau neste contínuo.

E quando oscilamos entre os dois polos sem experimentar o meio? E quando o meio, o contínuo finge não existir, finge não te notar? Isto, inevitavelmente, ocorre. Não temos controle total sobre fatos que afetam nosso humor, nossos sentimentos, nossas posições nestes planos.

Será que realmente oscilamos entre os polos? Será que conhecemos qual é o polo? Será este limite tão bem definido assim?

Tenho me sentido oscilando freneticamente entre alguns destes polos e, apesar da experiência adquirida, não tenho “curtido” (para usar um verbo da moda) muito esta onda! Neste processo, minha mente, meus pensamentos, minhas inseguranças e medos tem acentuado esta oscilação frenética!

Horas me pego pensando que o céu é o limite, outras que não vou passar da esquina.


Felicidade e Outras Coisas

10 de abril de 2011

Quanto vale a nossa felicidade? Quanto vale as pessoas queridas? Quanto vale os nossos amores? Melhor, quanto vale os amores perdidos, os amigos esquecidos?

Com toda a facilidade de comunicação existente hoje em dia, ainda perdemos contato com nosso familiares, nossos amigos. Pessoas que foram e são importantes na nossa vida, mas que por coincidência ou destino (será?) nos distanciamos!

Não quero mais me esconder, fugir, perder. Quero conhecer, quero ganhar, quero estar junto, compartilhar!

Quase joguei fora um amor que me deu forças, me deu paz, me deu confiança e AMOR! Não quero, não vou desperdiçar isto novamente!

É incrível como conseguimos fazer coisas estúpidas. É incrível como conseguimos afastar as pessoas que mais amamos! Mas sempre há uma luz no fim do túnel!

Que importa é que agora… estou feliz!