Sonho! Em busca da felicidade…

15 de março de 2015

O que é um sonho? Seria um sonho capaz de guiar-nos em busca da felicidade suprema? E o que seria, objetivamente, a felicidade? Seria algo possível de ser medida?

Acredito que um sonho é algo que guia tua vida! Aquilo que você deseja do fundo da tua alma e está disposto a dedicar a tua vida a realizá-lo. Não é algo que você seja capaz de abandonar na primeira adversidade. As circunstâncias, muitas vezes, nos compelem a deixarmos nossos sonhos adormecidos.

Seria esta busca incessante capaz de ser tão gratificante que possamos chamá-la de felicidade? A felicidade é algo tão abstrato e indecifrável que os motivos que deixa uma pessoa feliz podem ser completamente diferentes. E é aqui que reside a magia de viver: descobrir o que nos leva à felicidade!

Por ser de origem humilde, sempre achei que a felicidade estava associada a vultuosas somas de dinheiro e guiei minhas decisões na direção de criar meu patrimônio. Por muito tempo, acreditei estar indo na direção correta e alguns de meus sonhos de criança foram deixados de lado e abandonados.

Muitas vezes por não nos conhecermos como deveríamos, por falta de reflexão, por falta de falar de nós mesmo, acreditamos que estamos tomando as decisões ótimas, quando na verdade estamos seguindo um fluxo de decisões simples, fáceis e que nos guiam para o oposto do que sonhamos a vida inteira!

Buscar a concretização dos nossos sonhos e percorrer o árduo caminho até alcançá-lo pode ser uma jornada extremamente prazerosa e gratificante! E sim, podemos alcançar a verdadeira felicidade! Aquela que depende exclusivamente de nós…

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Sem Chão

16 de janeiro de 2013

Sempre encarei a expressão “ficar sem chão” de um modo ruim! Sim, sempre pensei que ficar sem chão estava relacionado com desorientação, desespero, não saber o que fazer, perder a base… Enfim, sensações ruins.

Agora já consigo ver de outro jeito! Estou sem chão: estou flutuando!

Usando ao pé da letra, tiramos o pé do chão quando andamos, quando pulamos, quando voamos, quando praticamos esportes radicais…

Uma infinidade de sensações boas podem, portanto, estar relacionadas com a expressão “ficar sem chão”…

Pois bem! Agora estou, simplesmente, sem chão… E cá entre nós, estou adorando estar sem chão, sem saber os limites, sem saber tão alto eu posso subir. QUERO ficar sem chão todo o resto da minha vida e experimentar as melhores sensações que esta vida puder me oferecer!


(Falta de) Inspiração

28 de abril de 2012

Acho graça de como as ideias surgem… Meio de repente bate aquele treco na cabeça e você pensa em algo legal que pode fazer. No momento sempre achamos excelente, mas caso não vire algo logo cai no esquecimento e desinteresse…

Estranhamente, nos últimos tempos, as ideias não tem aparecido para mim (elas devem estar se escondendo… rs). Talvez seja falta de exercício… Ou motivo para pensar em algo mesmo.

Fato que não tenho tido interesse em publicar coisas mais íntimas, nem saco para escrever sobre mais do mesmo (coisas que todo mundo sabe, que todo mundo não gosta, mas que não mudam)…

Sempre fui o tipo de pessoa que começa a escrever sobre um assunto e o texto flui… Bastava apenas o assunto e o resto “surgia”. O problema é que recentemente o assunto não tem surgido e, consequentemente, meus pensamentos tem ficado guardado para mim…

Preciso (re)encontrar minha inspiração e vomitar os meus pensamentos que tanto apertam minha caixa de pensamentos…


Orgulho de ser BAIANO

18 de março de 2012

Quanto mais o tempo passa, mais orgulho sinto de minhas origens! Orgulho de ser brasileiro, nordestino, baiano e tucanense!

Sou um rapaz oriundo de uma família humilde de uma cidade pequena e sem muita importância no sertão baiano. Sou natural de Tucano/Bahia/Nordeste/Brasil. Sou latino-americano.

Saber do que o baiano é capaz, de como ele se vira neste mundo cada vez mais cruel e desumano, torna-me uma pessoa confiante e feliz.

Lembro-me, e nunca esquecerei, de uma cena que protagonizei quando criança (tinha 8 anos e estava na 2ª série do ensino fundamental). Morava em São Paulo e estudava em uma escola estadual. A professora havia solicitado que recortássemos palavras que fossem formadas por ha, he, hi, ho ou hu em revistas e jornais. Minha família não tinha nada disse e não pude completar a lição.

No outro dia falei para a professora que não tinha feito o exercício, mas o meu estado tinha h no nome, mas não sabia se atendia (ainda não tinha aprendido a separar sílabas corretamente). A professora pediu que escrevesse o nome do meu estado no quadro e explicou à classe. Lembro-me das piadinhas e palavras de chacota. Minha professora mandou eu falar que tinha orgulho de ser baiano, mas eu não sabia o que era orgulho e fiquei atônito, imóvel.

Hoje, arrependo-me de não ter dito que sentia MUITO orgulho de minhas origens, do estado que nasci, deste estado que tantas alegrias me dá, que tem tantas belezas, que tem um povo amável e acolhedor!

Quer me conquistar? Fale bem de meu estado! Quer me deixar puto da vida? Fale mal do meu estado!

Sinto muito, muito, muito, muito ORGULHO de ser BAIANO!!!


A Música

19 de janeiro de 2012

A música é algo que sempre encantou os homens. A história é permeada de ritmos e sons que encantam e seduzem.

Existem dias que acordamos com muita vontade de ouvir determinada música ou determinado artista ou determinado estilo musical. Existem dias que acordamos com muita vontade de ouvir a música da natureza, o som natural do dia…

Sempre acreditei que a música agrada nossos ouvidos se ela combinar com o nosso momento espiritual/sentimental, nosso estado de espírito (como alguns diriam). Não, não discordo desta opinião.

Quantas vezes ouvi uma música e não fui tocado e em uma outra vez esta mesma música mexeu profundamente comigo que quase derramei lágrimas? Inúmeras!

Nestes momentos, as palavras doces ou ríspidas das canções ou sua encantadora melodia ataca a alma como um feixe de agulhas e desperta sensações indescritíveis e, às vezes, desconhecidas…

Recordo-me da terceira ou quarta vez que ouvi I Had a Dream de Joss Stone (alguns dirão que demorou até que citasse-a neste blog). Não me recordo do motivo ou situação que faz com que meu estado de espírito, minhas emoções combinassem com esta música, mas recordo-me bem da sensação experimentada e do prazer e alegria de ouvir tão bela canção. Olhos lacrimejando, respiração ofegante, coração acelerado e uma sensação de completude comparável a ver o mar pela primeira vez!

Nunca fui muito musical. Ou pelo menos assim eu acreditava. Ultimamente tenho apreciado cada vez mais a música, a boa música!

Hoje posso afirmar que a música me move e quero fazer mover a música! *-*


Pessimismo!!!

17 de novembro de 2011

Às vezes parece que o tempo flui e seus planos não se realizam, seus objetivos ficam tão distantes quanto eram há tempos atrás.

Você investe tempo, suor, dinheiro e as coisas desmoronam em um piscar de olhos…

Sabe aquela doce impressão de que vai passar mais um ano e você estará no mesmo lugar, vivendo em dèja vu? Você anda, anda, anda e a mesma cena se repete inúmeras vezes…

O mundo parece desmoronar e o horizonte parece escuro e distante…

Só mais uma noite de sono mal dormida e amanhã tudo recomeça outra vez!


Tempo, tempo, tempo!

21 de julho de 2011

É interessante observar como nossa percepção do tempo muda de acordo com o que estamos fazendo. É mais interessante ainda observar como esta mesma percepção muda no decorrer do próprio tempo…

Sabe aqueles dias em que você tem milhões de coisas para fazer e parece que tudo conspira contra? Enquanto em outros que você tem pouca coisa para fazer, este mesmo tempo (sim, pois TODOS os dias possuem 24 horas, com exceção daqueles que marcam o início e o fim do horário de verão nos lugarem em que há horário de verão =D) custa a passar…

Penso que o problema reside, em partes, na administração do nosso próprio tempo, mas existem coisas que perpassam nossa própria responsabilidade e compreensão.

Perco um tempo (e consequentemente dinheiro) enorme indo e voltando para o trabalho. Alguns dias mais, outros menos… Em alguns destes não consigo entender como demoro tanto ou como consigo chegar em tão pouco tempo…

Há poucos dias (acho que semanas, na verdade) fiz um cálculo para ter ‘idéia’ de quanto perdia financeiramente falando (sim, esta é a métrica que vale!) neste trajeto casa-trabalho-casa…. A conta é simples, pegue seu salário e divida por quantas horas você tem que trabalhar por mês… Pronto, terás o valor de tua hora de trabalho. Multiplique este valor pela quantidade de horas que você leva neste trajeto e…. BINGO! descobriu quanto gasta (ou deixa de ganhar) no trânsito!

Esta mesma conta pode ser feita para outras atividades cotidianas…

Quanto custa aquela soneca que tiramos de manhã? No meu caso, muitas vezes, custa MUITO caro… Nunca durmo só mais 5 minutos! rs

Escrevendo este post lembrei-me da música “Sobre o Tempo” do Pato Fu. Iria anexar o áudio, mas o wordpress não permitiu!!! Então segue o vídeo do youtube!!!

Depois de tudo isto, espero que o tempo que vocês levaram lendo este post não tenha sido perdido! 😉