Educação Nas Ruas

28 de março de 2012

Passamos oito anos no ensino fundamental (agora são 9), mais três no ensino médio e alguns semestres na faculdade e continuamos ignorantes… Não aprendemos como (con)viver em sociedade e como colaborar para uma sociedade equilibrada e LIMPA!

Ando de ônibus (não por opção, mas por falta dela) e sempre vejo coisas que me incomodam demais. Uma destas coisas é quando algum passageiro após produzir seu lixo, usa a janela do ônibus como lixeira. Sim, eles jogam latas de refrigerante/cerveja, embalagens de amendoim mendorato, cascas de amendoim cozido e outros itens.

Inúmeras vezes pensei em conversar com a pessoa e encorajá-la a não fazer tal ação, mas por receio de uma reação agressiva sempre evitei esta atitude.

É interessante notar como sempre reclamamos do “governo” quando aquelas chuvas torrenciais alagam a cidade e os boeiros, entupidos, não conseguem dar vazão ao grande volume da água, mas poucas vezes pensamos em como nossas pequenas ações auxiliam para que estes boeiros fiquem entupidos e que a cidade fique alagada.

Imagem

Gostaria de viver em um mundo onde as pessoas fossem tão conscientes que jogar uma simples embalagem de lixo na rua seria um absurdo tão ABSURDO que ninguém ousaria nem pensar em pensar em fazer…

Mas, já que não posso mudar o mundo, faço a minha parte: retenho minhas produções diárias de lixo até a próxima lixeira! 😉

Anúncios

Aquecendo Globalmente

16 de maio de 2009

Pouco se sabe sobre os impactos das ações humanas no aquecimento global. Mas cada dia mais é evidente que estas ações desencadeiam processos que colaboram para o aquecimento do planela Terra.

As transformações desastrosas provacadas pelas alterações climáticas provocadas pelo aquecimento global são visíveis. Chuvas torrenciais em locais conhecidos por seca e seca em lugares conhecidos por estações regulares. Foram cenas similares a esta descrita que vimos nos últimos dias no Brasil. O Nordeste, tradicionalmente seco e árido, enfrentou dias com níveis pluviais acima da média, enquanto o Sul amargou dias de seca.

Estas alterações climáticas bruscas já eram esperadas por todos, mas a velocidade e a força com que elas ocorrem assustam atéos mais precavidos. Colheitas destruídas, famílias desabrigadas, desastre generalizado.

Esta noite, sem muito aviso, uma chuva impiedosa caiu em Salvador. Provavelmente muitas famílias ficaram apavoradas com a força deste fenômeno da natureza e os impactos que esta causa às suas moradias.

Independentemente de termos culpa ou não, o fato é que a Terra está aquecendo, o clima está mudando e devemos nos adaptar a estas alterações para que evoluamos como espécie. A teroria da evolução de Darvin nos põe a prova e, talvez, a prova mais difícil que enfrentamos em nossa história como espécie.

Lidar com um clima adverso e cada vez mais “volátil” será fundamental para o sucesso da espécie humana nos próximos anos. Não se  deve esquecer, contudo, que algumas medidas podem ser tomadas para retardar este processo inevitável, permitindo condições para que a adaptação natural aconteça.

Aqui, cabe destacar ações como a redução da emissão de CO2, a substituição de equipamentos a base de CFC por outros que nao contenham esta substância embutida, dentre outras ações conhecidas pela comunidade científica.

O sucesso desta investida pode determinar o sucesso da espécie humana frente a um adversário muito mais feroz que um predador. Ressalta-se que as alterações climáticas foram capazes de extinguir os dinossauros… Por qual motivo não seriam capazes de produzir igual efeito nos seres humanos?


Aquecimento Global e Seu Antagonismo

31 de março de 2009

Nos últimos anos temos ouvido falar em aquencimento global e como isso afeta o ciclo dos ecossistemas na Terra. Mas também ouvimos teorias paralelas que afirmam que o aquecimento seria algo inevitável, inerente aos ciclos geológicos do planeta Terra… Qual dessas teorias seria verdade? Qual dessas teorias possuem fundamentos científicos que as fundamentem? Vamos pensar um pouco sobre esse tema nesse post.

A Revolução Industrial do século XVIII levou a humanidade a um novo patamar de produção de bens. O homem começa a ser “substituído” por máquinas, mais eficientes e produtivas. Essas máquinas apresentam um grande potencial para poluir o meio ambiente. Elas precisam de energia para funcionarem, que pode vir na forma de energia elétrica gerada por fontes poluentes, ou combustíveis fósseis que por si só já são poluentes. Juuntamente com a Revolução Industrial surgem as grandes fábricas que sem o conhecimento do impacto causado, começam a liberar substâncias tóxicas na atmosfera, no solo e nos rios, lagos e nascentes. E essa parte da história se prolifera até que alguns de nós percebamos o impacto causado por essas ações desenfreadas no meio ambiente, contudo, ainda encontramos céticos que desacreditam dessa verdade praticamente absoluta.

A Terra tem passado por longos períodos de estabilidade seguido por cataclismos globais que são capazes de aniquiliar as espécies vivas, ou pelo menos as que apresentam menor resistência à variações bruscas no clima, pressão e outras variáveis associadas. Desse modo teriam morrido os dinossauros e outras espécies ancestrais que não conseguiram se adaptar ao ambiente extremamente agreste implantado no planeta após os citados cataclismas de seu período. Os maias possuíam teorias que afirmavam que a terra possuía ciclos de 5125 anos e que no final de cada ciclo, uma transformação na Terra, provavelmente com extinção de espécies, acontecia e as coisas mudavam completamente. O úlitmo livro da Bíblia é dedicado ao fim dos tempos, relatando acontecimento que vemos na atualidade. No período anterior à extinção dos dinossauros as terras da Antártida não eram congeladas. É considerável supor que o derretimento dessa área congelada seria um retorno às origens.

Até onde podemos entender que o ser humano é culpado pelo aquecimento global do planeta? Claro, desmatamos, poluímos, liberamos toneladas de CO2 todos os dias na atmosfera através de nossas fábricas, de nossos automóveis. Colaboramos para o efeito estufa, o El Niño e outros problemas ambientais decorrentes da loucura do clima causada pelo aquecimento global. Mas será que isso poderia ser evitado? Será que realmente criamos um processo de autodestruição nos moldes do que ocorre com naves espaciais nos filmes de ficção? Pode muitobem ter sido um processo iniciadoantes da nossa existência, como supunham os maias e inevitável, que poderá, e provavelmente irá, nos destruir.

Bom, não estou propondo que continuemos com nossa insanidade atual. Enquanto houver esperança de salvar o planeta, devemos nos agarrar a ela…Afinal, a esperança é a última que morre. Não é assim que diz o dito popular? Deveríamos, contudo, não apostarmos todas as nossas fichas em promessas de dias melhores, muitas vezes fundamentadas em argumentos vazios e sem o alicerce necessário que se é exigido de saídas reais e verdadeiras para problemas como esse que atualmente enfrentamos. Certo, podemos não sobreviver para contar a história, mas restará a lenda para a baratinha que ficar viva que contará aos seus netinhos que no final de suas vidas, uns seres estranhos que construíam coisas grandes tentaram se salvar…